QUEM SOMOS

CEADDIF – Convenção Evangélica das Assembleias de Deus do Distrito Federal

16 de maio de 1977 é data que marca o surgimento da Convenção Evangélica das Assembleias de
Deus do Distrito Federal – CEADDIF, perfazendo então quarenta anos de sua fundação e de sua atuação
na sociedade do Distrito Federal. Na verdade, o órgão, filiado à Convenção Geral das Assembleias de
Deus no Brasil – CGADB sendo a de numero 15 no cenário Nacional a primeira de Brasília e Goiás, e a
segundo Registrada a nível da Região Centro Oeste, tem como membros pessoas jurídicas – igrejas e
federações de igrejas – e pessoas naturais – ministras e ministros, que passaram por ordenações como
evangelistas, pastoras e pastores, que atuam em todo o Brasil. De início era de costume, e era o que se
pretendia, as Convenções Regionais se aterem ao limite da geopolítica do país. Com o tempo foram
surgindo igrejas que por questões de afinidades conceituais buscavam se filiar e este órgão da Pátria. Tida
como órgão regional, a CEADDIF já não pode ser, na prática, enxergada assim pelo crescimento que vem
vivenciando ao longo dos anos. Para o bem, cremos, com vênia de vozes discordantes.
São fundadores da Convenção, alguns nomes de saudosa e doce memória, nomes como de Adauto
Celestino Conceição, Alberto Camelo de Mendonça, Antonio Alves de Souza, Antonio Teles de
Carvalho, Aristide Firmino da Costa, Artur Xavier de Paula, Cristiano Alves Rodrigues, Elizeu Menezes
de Oliveira, Evanir Teixeira de Fonseca, Francisco Miguel Arruda, Genival Ferreira dos Santos, Gervásio
Silva, Guilherme Machado Carneiro, Hilário Pereira da Silva; João Barreto de Lima, Jorge Domingos
Pacheco, José Antonio da Silva, José Bezerra da Costa, José da Silva, José de Oliveira Viana, José Gomes
da Silva, José Pio da Paz, Clésio Ribeiro, Jovelino Soares de Araújo, Luiz Manuel de Souza, Luiz Martins
Gomes, Manuel Bezerra de Oliveira, Manuel Cícero de Matos, Ormando Luciano de Souza, Otávio de
Oliveira, Raimundo Luz, Samuel Gomes da Costa, Santoro Bragança, Sebastião Gomes, Serafim Pereira
da Costa, Severino do Rego Cavalcanti, Valgenor Oliveira, Venâncio Rodrigues dos Santos, Waldir José
da Silva e Wilson do Couto.
A fundação se deve ao protagonismo da instituição-mãe, a saber, a Convenção Evangélica das
Assembleias de Deus do Estado do Rio de Janeiro – CEADER, visto que, contando Brasília com
dezessete anos, um número expressivo de pioneiros, em boa parte cariocas, já estavam na Capital Federal
reportando ainda suas ações a sua sede remota, ainda que algumas igrejas locais já estivessem
autonomizadas. A primeira reunião com esse fito foi, portanto, proposta pela Diretoria da organização
ancestral, a velha capital brasileira abençoando, assim, sua sucessora.
Por óbvio, a CEADDIF, como órgão de classe, apoia a atuação de suas filiadas e de seus filiados,
Ministras e Ministros, sem prejuízo para o controle, a partir do Código de Ética, sobre essa mesma
atuação, para que se adeque a princípios esposados e salvaguarde os direitos do seu público alvo. É
também, por força do Estatuto e demais diplomas normativos, dever deste órgão, incentivar e apoiar as
Igrejas filiadas na realização do trabalho evangelístico, missionário, filantrópico, humanitário, do ensino
bíblico e relacionado a tudo que consista na promoção do Reino de Deus. Esta carga de imperatividade
tem levado a CEADDIF a colaborar com a sociedade e com o Poder Público no que respeita ao bem-estar
da gente brasiliense, bem como a criar e manter estabelecimentos de ensino teológicos e/ou seculares;
desenvolver ações ou programas especiais de integração entre as Igrejas filiadas; desenvolver ações ou
programas especiais de integração das igrejas à comunidade circunstante; auxiliar as igrejas filiadas nas
ações que buscarem desenvolver junto ao Poder Público.
Nessa linha, a Convenção Evangélica das Assembleias de Deus do Distrito Federal – CEADDIF
alegra-se de tratar com distinção os membros que a compõem. Idosas e idosos são isentos de
contribuição, além de lhes ser garantida, ao término de sua atuação efetiva, uma cerimônia de jubilação
inserta na de ordenação de novéis pastoras, pastores e evangelistas e com a mesma pompa, mas com
distinção individual. Às mulheres, desde 2011, após quase cem anos da chegada da denominação ao
Brasil, entendeu a organização terem elas direitos iguais aos dos homens, tanto na ordenação ao Santo
Ministério, quanto na presidência ou direção de igrejas e, nisto, difere de todas as suas coirmãs no Brasil.
Não se dá por satisfeita: ainda busca ouvir mais a sociedade a respeito de como pode ainda servi-la com
especial carinho, fazendo jus ao lema que dá fecho-de- ouro ao hino oficial e define esse coletivo de
mulheres e homens de Deus: “Vencedores pelo amor, pelo amor vencidos.”